quinta-feira, 13 de junho de 2013

Daquilo que nos é inerente ou talvez inerte

quando de si cabe em nós?

se tudo o que quero é me livrar do ego, por que sinto tanto medo? por que me fragilizo só de pensar que um dia eu poderei não ser mais tua? nem você mais meu?
e que, ao mesmo tempo, um lado dentro de mim pensa que não adianta
que eu sei que sou uma pessoa que se esforça 
muito embora as vezes por saber que sem o esforço 
cansamos fácil
mas nada nos pertence senão a própria consciência, corpo e espírito
e que as pessoas vem e vão
e quando elas precisam ir embora, elas vão. e você precisa aceitar
pois da mesma forma que você não quer que te possuam
não deve querer possuir ninguém
mas é o coração que me desracionaliza
diz que não devo suprimir
e que se estamos sentindo
é porque estamos vivos

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